terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A Proclamação da Palavra de Deus


ORIENTAÇÕES PARA OS LEITORES

Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia. "Por tradição, o ofício de proferir as leituras não é função presidencial, mas ministerial. As leituras sejam pois proclamadas pelo leitor, o Evangelho seja anunciado pelo diácono ou, na sua ausência, por outro sacerdote. Na falta, porém, do diácono ou de outro sacerdote, o próprio sacerdote celebrante leia o Evangelho." A não ser em casos de extrema necessidade, não é recomendável que um leitor proclame várias leituras na mesma missa, pois as ações litúrgicas devem ser compartilhadas com as demais pessoas participantes da celebração, de forma que cada leitor se responsabilize pela proclamação de uma só leitura.
"Na procissão ao altar, faltando o diácono, o leitor, revestido de vestes apropriadas, pode levar o livro dos Evangelhos - Evangeliário -  um pouco elevado; neste caso caminha à frente do sacerdote, do contrário (estando presente o diácono), com os demais ministros."
Quando se leva o Evangeliário na Procissão de Entrada, deve-se mantê-lo fechado, e não aberto. Quando transporta o Evangeliário na Procissão de Entrada coloca-o no centro do altar, sem realizar inclinação profunda e nem a genuflexão.
Quando o leitor se dirigir ao ambão para proclamar a leitura, passando em frente do presbitério, ele sempre deve realizar a inclinação profunda ao altar, mesmo se no presbitério houver o Sacrário do Santíssimo.
Os leitores proferem, do ambão, as leituras que precedem o Evangelho. Se o salmo não for cantado, o leitor profere o salmo responsorial depois da primeira leitura.
"O Aleluia ou o versículo cantado antes do Evangelho podem ser omitidos quando não são cantados."
"Na falta de diácono, depois que o sacerdote fez a introdução, o leitor pode proferir do ambão, as intenções da oração universal."
"Não convém de modo algum que várias pessoas dividam entre si um único elemento da celebração, por exemplo, a mesma leitura feita por dois, um após o outro, a não ser que se trate da Paixão do Senhor". Por esta orientação, conclui-se que não podem ser substituídas a proclamação das leituras e do Evangelho por encenações teatrais ou jograis, seja nas celebrações da missa como nas celebrações da Palavra na ausência do presbítero.
Assim como ocorre com os coroinhas e os ministros extraordinários da sagrada comunhão, convém que os leitores também estejam trajados com uma veste apropriada.

Fonte: Diretório Litúrgico da Diocese de Ponta Grossa - págs 64, 65 e 66 (§189, 190, 191, 192, 193 194, 195, 196 e 197)

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